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Oxton Science Journal ISSN 3086-0881 · Peer-Reviewed · Open Access

Oxton Science Journal · ISSN 3086-0881

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Desafios da gestão no uso de novas tecnologias pelas organizações frente à diversidade cultural brasileira

Eder Moreira de Freitas, Marcelo Socorro Zambon

A diversidade cultural tornou-se um desafio para as organizações nos últimos anos. Neste sentido, discussões sobre gêneros, raças e estilo de vida ganharam notoriedade na medida em que passou a ser importante tornar o ambiente organizacional mais multicultural, ou seja, ambiente no qual ocorre o compartilhamento de opiniões, ideias, ações criativas e inovadoras sem qualquer tipo de distinção entre as pessoas. Um fator que auxiliou a consolidação da diversidade cultural como promotora de bem-estar na organização e como potencializador dos resultados corporativos positivos foi a globalização, pois ocorreu crescente implemento das tecnologias digitais, vistas por meio dos hardwares e dos softwares, desenvolvimento contínuo com a finalidade de aumentar e monitorar a produtividade das pessoas em um ambiente de trabalho cada vez mais colaborativo. O presente estudo teve por objetivo apresentar uma discussão sobre os desafios encontrados pelas organizações no gerenciamento da diversidade cultural brasileira, em meio as mudanças tecnológicas. A metodologia utilizada para o desenvolvimento deste estudo foi a revisão bibliográfica, que tomou como base artigos relevantes na medida em que abordavam o tema aqui proposto. Mesmo que muito ainda possa ser feito pelas organizações, como resultado do estudo, observouse que as organizações têm passado por muitas mudanças para atender a uma sociedade diversa culturalmente (cor, credo e raça por exemplo, perdem importância em função de um bem maior, que é a igualdade de direitos e de deveres, todos, indiferentemente à sua orientação e características pessoais e físicas são vistos como iguais), alinhando a cultura de diversidade à cultura da organização.

Dec 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30139258 41 Read article → PDF
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Eletroestimulação e cinesioterapia para aplicabilidade clínica na lesão de ligamento cruzado anterior

Eder Moreira de Freitas

O presente estudo teve como principal objetivo discutir a importância da eletroestimulação e cinesioterapia na reabilitação do ligamento cruzado anterior LCA. Este tipo de trauma ligamentar, tornou-se ao longo dos anos comum em práticas esportivas e recreacionais com predomínio no futebol. A Revisão da Literatura e a metodologia foram baseadas nos 76 artigos publicados no período de 2008/2019 ressaltando a importância da fisioterapia na reabilitação de ligamento cruzado anterior, porém apenas 32 artigos foram elegíveis para o desenvolvimento dessa pesquisa. Como resultado ficou evidente que o uso da estimulação elétrica transcutânea TENS, corrente russa CR e estimulação elétrica funcional FES, são eficazes para ganho de força e de resistência muscular, desde que associadas a exercícios cinesioterapêuticos. Portanto, a cinesioterapia é a terapia mais prescrita para reabilitação de LCA, seja por lesão parcial ou total. Embora as pesquisas já evidenciem os benefícios do uso da eletroestimulação associada à cinesioterapia, ainda há necessidade de mais estudos que comprovem sua eficácia durante o protocolo integral de reabilitação do ligamento cruzado anterior.

Dec 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30139249 52 Read article → PDF
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Intervenção da fisioterapia na mobilização precoce em unidade hospitalar com ênfase em UTI: uma revisão

Eder Moreira de Freitas

A mobilização precoce em UTI, promove o aumento da força muscular por meio da Cinesioterapia e da Estimulação Elétrica Neuromuscular (EENM), visando a diminuição do tempo de internação e melhora da qualidade de vida. Com isso, o objetivo deste estudo é: discutir a importância do Fisioterapeuta, como integrante da equipe multidisciplinar, na intervenção sobre a mobilização precoce de pacientes na UTI, o que é visto como um importante processo para acelerar a recuperação dos pacientes. A metodologia para o desenvolvimento deste estudo foi a Pesquisa Bibliográfica, e tomou como base a análise de artigos publicados nos últimos 15 anos. Como resultado, foi possível evidenciar que a mobilização precoce, pode sim, promover recuperação mais rápida dos pacientes internados em UTI; o que se dá, graças a aplicação de técnicas de mobilização precoce embasadas pela cinesioterapia, o que serve para destacar a importância da atuação do Fisioterapeuta como membro da equipe multidisciplinar em UTI.

Dec 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30139237 24 Read article → PDF
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Ações das organizações brasileiras em tempos de crise: desafios e o papel da gestão em meio à pandemia do novo coronavírus – COVID-19

Eder Moreira de Freitas, Gilberto Aparecido Ranalli, Marcelo Socorro Zambon

As organizações e suas ações estratégicas passaram por mudanças e desafios nas últimas décadas do século XXI, o que provoca, em tempos de crise, um repensar dos processos gerenciais voltados ao enfrentamento dos desafios que surgem. Essa necessidade de repensar os processos organizacionais, e substancialmente as ações práticas deles decorrentes, é evidenciada em meio à pandemia do novo coronavírus em 2020 e 2021. Nesse contexto, uma das estratégias utilizadas pelas organizações brasileiras é chegar ao consumidor por meio de ferramentas digitais, o que tem provocado a migração do espaço físico para o digital, como forma de garantir o faturamento e a manutenção da força de trabalho. Destaca-se, portanto, o papel dos gestores em gerenciar os processos organizacionais à distância, uma vez que parte da equipe teve que adequar ao home office como forma de prevenção de acordo com as recomendações das autoridades sanitárias. O presente estudo teve por objetivo discutir as ações das organizações brasileiras das empresas brasileiras mediante a crise provocada pelo novo coronavírus. A metodologia aplicada a este estudo foi uma revisão bibliográfica. Mesmo que ainda mais estudos sejam necessários para a compreensão das ações organizacionais brasileiras em meio à crise em questão. Observou-se que as organizações passaram por mudanças para se adequarem ao novo cenário.

Jul 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30136423 22 Read article → PDF
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Biotecnologia biomédica: lúpus eritematoso sistêmico

Allandelon Alencastro Barbosa, André Felipe da Silva Guedes, Simone Tartari

A lúpus é uma doença autoimune, ou seja, ocorre quando o sistema imunológico ataca os próprios tecidos e órgãos do corpo. Trata-se de uma doença inflamatória crônica e sistêmica, de causa idiopática. Embora a etiologia específica seja desconhecida, alguns fatores hormonais, genéticos e ambientais estão correlacionados com o desencadeamento da doença. Pessoas com susceptibilidade genética desenvolvem lúpus em algum momento após a interação com fatores ambientais, como irradiação solar e infecções virais. A lúpus também pode estar relacionado ao uso de determinados antibióticos, medicamentos usados para controlar convulsões e também para pressão alta. Fatores hormonais, como o uso de anticoncepcionais à base de estrogênio, podem causar alterações imunológicas. A doença evolui com surtos de atividade e períodos de remissão, podendo atingir múltiplas partes do corpo e causar anormalidades imunológicas. Sabe-se que o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença predominantemente feminina, apresentando uma incidência três a quatro vezes maior em mulheres negras e asiáticas em comparação com mulheres brancas. A lúpus é dividido em vários subtipos, incluindo lúpus discoide, neonatal, induzido e sistêmico. Neste projeto, o objetivo é construir uma revisão sobre biomarcadores, manifestações clínicas, comorbidades, remissão, atividade da doença, diagnósticos, terapias convencionais e novos métodos terapêuticos com uso de mecanismos biotecnológicos.

Jul 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30136465 24 Read article → PDF
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Desafios e implicações sobre os direitos fundamentais na promoção da saúde mental da população durante a pandemia da COVID-19

Eder Moreira de Freitas, Marcelo Socorro Zambon, Selma Lúcia Doná

Este artigo discuti as interações entre saúde mental e direitos fundamentais no contexto da pandemia da COVID-19, examinando como as restrições, tais quais as impostas durante a pandemia, afetam o bem-estar psicológico das pessoas. Por meio de revisão bibliográfica fundamentada, o estudo discuti os efeitos das restrições sociais sobre as pessoas; discuti as consequências das ações de intervenção, incluindo medidas de saúde pública e apoio psicossocial; e enfatiza a relevância da conduta ética na manutenção dos direitos individuais e coletivos. O objetivo do estudo é: analisar alguns dos principais desafios resultantes das medidas de combate à pandemia sobre os direitos fundamentais das pessoas, e seu impacto na saúde mental da população. Os resultados revelam a importância de compreender os efeitos das medidas impostas durante a pandemia para guiar políticas públicas que harmonizem a intervenção realizada com os direitos fundamentais e a saúde mental das pessoas.

Jul 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30136471 24 Read article → PDF
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O uso da telemedicina como gestão estratégica de saúde pública brasileira na pandemia da COVID-19

Eder Moreira de Freitas, Marcelo Socorro Zambon

O uso da tecnologia na saúde se tornou essencial para aprimorar os procedimentos realizados no âmbito de saúde. A pandemia da Covid-19 aumentou a demanda por unidades de atendimento, bem como na alta hospitalar pós-Covid-19, tornando a telemedicina uma solução importante para o contato remoto com o paciente. Com a telemedicina, é possível monitorar e acompanhar o paciente desde os sintomas da infecção viral, até a recuperação e o retorno às atividades de vida diária. Porém, é necessário que a tecnologia seja incorporada ao sistema público de saúde do Brasil, demandando uma gestão estratégica eficiente e superando a lentidão na implementação de novas ferramentas. O objetivo deste estudo é analisar o uso da telemedicina como gestão estratégica de saúde pública brasileira em decorrência da pandemia Covid-19. Metodologia: por meio de uma revisão bibliográfica, o estudo mostra que a saúde pública brasileira precisa de boa gestão para incorporar tecnologias que facilitem o acesso aos serviços de saúde, principalmente na atenção primária e pós-alta hospitalar. Portanto, para entender a utilidade pública da telemedicina, é necessário realizar mais estudos sobre o monitoramento dos avanços, como o acompanhamento dos pacientes, que pode confirmar o potencial da telemedicina e de seu alcance na saúde pública nacional.

Jul 1, 2024 DOI: 10.6084/m9.figshare.30136504 23 Read article → PDF